2 de dezembro de 2013

Dizer o que toda a gente vê



Alberto Gonçalves, matosinhense, meu colega de escola secundária, não tem papas na língua e diz tudo aquilo que toda a gente vê mas não assume. A bandeira que dizem portuguesa não representa o país mas a República. Alterada em 1910, com as cores da carbonária terrorista – duas listas cruzadas de verde e vermelho – e do partido republicano de Lisboa e do Porto, verde e vermelho, o trapo não possui a beleza heráldica, a história e o alcance psicológico do eterno azul e branco Português. A nossa decadência começou com o ultraje às seculares cores identitárias que nos edificaram.

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