7 de janeiro de 2014

Centros interpretativos e Holocaustos


"(...) Dada a trágica história do judaísmo em Portugal, para nós um museu do judaísmo em Portugal seria uma espécie de Museu do Holocausto, e faz-me recordar o maléfico plano nazi para estabelecer um museu em Praga, em memória de um povo desaparecido, assim que terminassem de implementar a sua ‘solução final’ para o tema judaico”, diz o rabino" (Daniel Litvak, da comunidade israelita do Porto).

Ora, aqui temos mais um rabino consensual com o estado de victimização politicamente correcto.  Não se trata de um "Museu do Judaísmo" mas de um "Centro Interpretativo da Memória Judaica e Cristã-Nova do Porto", influenciado pela descoberta de um antigo ehal, porventura, inserido numa pequena sinagoga e cujo mentor, e pai da descoberta, é um padre católico que tem dado cartas na união entre diferentes religiões. Este ehal está inserido num edifício particular e foi descoberto recentemente. O rabino devia estar a par dos inúmeros estudos que têm sido feitos sobre os cristãos-novos do Porto, pela Faculdade de Letras, pelo historiador Armando Barros, e, também, deveria saber que a história do judaísmo, na sua vertente social, económica, demográfica, não é propriedade intelectual dos judeus (praticantes da religião ou dos que se dizem descender de um remoto judeu).  
Sobre Holocaustos, eu propunha ao rabino a leitura dos financiamentos da revolução russa, por parte de judeus americanos ou a implicação ignóbil dos judeus bolcheviques (c. 80% dos cargos de altos dirigentes) na implantação do comunismo e genocídio dos povos engolidos para a URSS. Caso a memória lhe falhe eu posso citar, como exemplo, Lenine, o ditador, Trotsky, comandante do exército vermelho, Zinoviev, executor da polícia secreta soviética ou Yuri Andropov, director da KGB e posteriormente secretário-geral do Partido Comunista, inesquecível para os Húngaros e a sua vizinhança.

2 comentários:

I. B. disse...

Os judeus até se fazem perseguir e massacrar durante milénios só para se armarem em vítimas, amigo Adolf! Aquilo é vício - que a Inquisição bem tentou limpar amorosamente com as fogueiras.

Sieg Heil para si!

Israel Bloom

João Amorim disse...

Israel

A oeste nada de novo. Durante milénios... Nada tenho contra o Judaísmo ou os judeus, não suporto é o facciosismo.