4 de fevereiro de 2014

Nojo


Há uns dias ouvi num programa da SIC o deputado Assis, o tal que levou uma lambadas em Felgueiras, dizer que legitimava o comunismo por a base deste ser a "utopia da igualdade" e por vivermos numa "democracia igualitária" (!!). Ao invés desdenhava da direita e dos faxismos nazistas (nacional Socialistas!)! Por vezes ouvimos o estômago desta gente a falar e o que sentimos é um odôr de meter nojo tal a sinceridade. O dito "igualitarismo" é o maior atentado à liberdade e dignidade individual, o anátema da comunhão em sociedade, a maior discriminação face às características identitárias de cada indivíduo. O que este deputado devia dizer é que acreditava numa lei "igual" para todos, aplicada de forma imparcial independentemente de cada género, credo ou herança. Por cada argumento que Assis debitava uma carta caía do baralho (se o regime fosse igualitário os partidos políticos podiam ser fundados sem a burocracia castradora e as subvenções eram distribuídas igualitáriamente sem esquemas, por exemplo). A terraplanagem mental e moral que o socialismo, e demais esquerdas, vem aplicando na nossa sociedade pode ser irreversível pois da erva rasa parecem apenas florir preconceitos e cidadãos envergonhados da sua natureza e história. O mérito fica para outra colheita em detrimento dos profissionais politiqueiros, politizados, amantizados pelas circunstâncias, nesta igualdade formalmente desigual.

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