28 de abril de 2014

Vasco Graça Moura


Vertical, constante, culto, sem complexos nem medos do figurino dominante do meio editorial e "intelectual" português, homem de Palavras e poeta de emoções, partiu para a transcendência, Vasco Graça Moura. Há uns anos, numa efeméride das Edições ASA, falei largo tempo com ele sobre pequenas coisas do seu e meu ofício. Ficou-me na memória esse encontro. Fica no meu calendário este dia de luto. Que a memória de Vasco Graça Moura conforte o espírito dos que ousam alimentar-se de actos de sinceridade e amor à, nossa, ensombrada, pátria.

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