4 de agosto de 2014

No deparar


No final de uns dias de descanso, arremetido ao isolamento das "notícias" e "épocas" de incêndios, politiquices/patranhices e opiniões oficiais, o meu retorno a casa foi acelerado pelo falecimento inesperado do meu pai. O deparar com a morte dos nossos não carece de palavras bem vindas, de "conforto" ou palavras fortes. Sobre a morte, nossa, devemos ouvir o silêncio.


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