7 de setembro de 2014

A história deve ser desenhada e reescrita de acordo com a propaganda situacionista


Sobre a supressão dos, desleixados, brasões das nossas antigas províncias ultramarinas, que a língua esquerdóide passou a apelidar de colónias a partir de certa altura, o supra-historiador com nome de flôr, Fernando Rosas, diz não fazer "nenhum sentido preservar [os oito brasões coloniais], a não ser por propósitos ideológicos passadistas. Para este dirigente extremista, contradizendo-se,  a preservação do património deve ser orientada por motivos ideológicos mas apenas pelos motivos ideológicos "certos", de acordo com o que vem sendo desenhado pela orientação pseudo-revolucionária do Portugal moderno. A história deve ser desenhada e reescrita de acordo com a propaganda situacionista e qualquer outro argumento, válido, é reaccionário ao andamento dos amanhãs cantantes. Dito isto, pelo Rosas, o passadismo deve ser avaliado nas nossas vidas, tudo o que é antigo deve ser abandonado, sonegado, desencorajado, com a excepção do património erigido pela acção comunista-marxista-leninista-estalinista, abrilista e da jarreta esquerda "moderna".

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