10 de julho de 2015

Vara


Vara está a ser interrogado e deverá ser sujeito à vara de um tribunal. A pocilga que acaba e começa no preso de Évora apresenta-nos uma vara pouco limpa e recomendável cuja actividade resumiu-se a afuncinhar nos proveitos do estado e engordar, engordar.

7 de julho de 2015

Ex


Hoje, pelos jornais, pelos tele-jornais, pelos adoradores do regime, vai começar a choradeira e a preparação de mais um altar – local para onde, todos, os socialistas acham que merecem ir (especialmente os ateus).

3 de março de 2015

Hoje

"Uma mulher, de 29 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira na sua residência em Santa Marta do Pinhal, no Seixal, com indícios de ter sido esfaqueada. O marido suicidou-se depois na ponte 25 de Abril.
Fonte da Polícia Judiciária (PJ) adiantou ao PÚBLICO que o casal estaria a passar por graves dificuldades relacionadas com o pagamento de dívidas, tendo até um automóvel penhorado. Essas dificuldades terão motivado o agressor, que estava desempregado. A mulher foi atingida por vários golpes de uma faca de cozinha.
De acordo com a mesma fonte, recentemente eram habituais as desavenças entre o casal, havendo mesmo informação de pelo menos um episódio de violência doméstica.
"Pelas 4h30 de hoje, uma mulher faleceu, com indícios de agressão praticada pelo cônjuge de 33 anos. A PSP encontrou a vítima no interior da residência, com sinais de agressão, tendo o corpo sido removido para a morgue do Hospital Garcia de Orta, em Almada", referiu a PSP.
O alegado agressor abandonou a residência numa viatura e seguiu para a Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa a Almada, tendo saltado do tabuleiro. "O corpo já foi recuperado pela Polícia Marítima", acrescenta a polícia. O primeiro alerta para a morte do homem resultou do facto de este ter deixado parado no meio da ponte um automóvel BMW que estava penhorado."

In Público

Violência doméstica. Das poucas coisas que me penhoram nesta República (maldita). Porquê matar quem partilha a proximidade? Não. Não é a "cultura" machista. Não é a "crise económica". Não é o "berço". É o descrédito pelo futuro, a ausência da Esperança, o vazio de um sentido pátrio que nos apele e nos situe. A loucura tem muitas razões. Aparte as congénitas (físicas e psíquicas), prevalecem as motivações de um regime que se diz "fraterno e igual" porém, limitado e limitador. Não é a "cultura" machista. Não é a "crise económica". É o chão, que outrora nos ergueu, que nada diz e que pouco sustenta.

2 de março de 2015

A ser


A serem verdade as notícias da dívida do primeiro-ministro à segurança social, embora prescritas, sabendo este que devia ter atempado o pagamento das suas obrigações fiscais, estamos perante mais um episódio caricato onde nada se deve, tudo é desculpabilizado. Pior que a dívida do contribuinte-mor é o teatro encetado pelos ofendidos d'esquerda que aos berros e com palavrões elevam a atitude do contribuinte-mor como digna de pena pela guilhotina (essa ferramenta amiga do ideário ultra-reboliço-inário). A culpa não é de Passos Coelho, que me parece direito para umas coisas e manco para outras, a culpa é do hábito herdado; no fundo, a culpa é "nossa", digo, desta escola de "valores e ética" fedorenta e que se chama República Portuguesa.

29 de janeiro de 2015

República Portuguesa xulista


Os advogados de defesa do ex-primeiro ministro xulista, digo xuxialista, preso preventivamente, dizem que não vão permitir a apresentação por parte do juiz instrutor de uma "prova proibida"!! Se uma "prova" prova, como pode ser proibida ou proibitiva?

27 de janeiro de 2015

Até daqui a 5 meses

 

"Alexis Tsipras prepara-se para negociações duras com a UE". Assim escreve o público e assim pensa a "nossa" esquerda que se gosta de mirar radical. O primeiro-radical já disse que vai aumentar os impostos para os ricos!! A Grécia radicalizada tem dinheiro para perto de cinco meses findos os quais tem de pagar juros e pedir mais! Vamos ver o que os meninos vão fazer até lá. O mais fácil é dizer "não pago"! Então não? É a velha e fedorenta mentalidade d'esquerda: os outros que paguem a crise!

Trrim, trrim



Hoje, ainda ninguém foi ver o Sócrates?

15 de janeiro de 2015

Cada vez mais


Vivemos num "mundo" atarracado e menorizado pela "opinião" dos que se "fazem ouvir". Nunca, como hoje, os orgãos de comunicação foram tão dominados por uma opinião tão "consensual"; nem no tempo da II guerra mundial. Quem não está com o "pensamento" dominante não está e será engolido pela crítica. Folgo este diagnóstico, estou feliz por estar onde estou! Contra tudo o que é "oficialmente" correcto.

14 de janeiro de 2015

Olha o "tu n'est pas"


O humorista Francês Dieudonné disse uma graçola provocante tipo "eu sou charlie coulibaly" e foi preso. Ora, então até onde vai a "liberdade de expressão"? O que é isso de "incitar" ao terrorismo? Não foi isso que o Charlier fez? Não incitou ao terrorismo...?

11 de janeiro de 2015

Não sou Charlie


Quando uns cartoonistas, anos a fio, retratam ordináriamente os ícones da religião cristã e muçulmana são Livres, estão no domínio da "liberdade de expressão" e são Charlie! Quando se lançam "ofensas", caricatas ou verbais, sobre o judaísmo/judeus, os autores estão sobre o domínio do anti-semitismo, são fascistas ou nazis!!
Sou anti-terrorista. Não sou Charlie.

9 de janeiro de 2015

Cuidado com o "Je suis"...


Irra, não tarda começam por cá as manifestações a dizer "Je suis Sócrates"...


8 de janeiro de 2015

Ils sont


O fanzine Charlie Hebdo era cáustico, irónico, provocador e ofensivo. Mas a bem da "liberdade de imprensa" podia fazer tudo e dizer tudo. Se não o podia com fotografias (cuja objectividade podia ter outro efeito jurídico) fazia-o através da "ilustração" humorística, esse estilo tão desculpável. Contudo, existem diferenças entre gozar com a atitude de um político, qualquer, ou com um ícone religioso, aliás, com uma crença religiosa. O Hebdo sabia-o e também sabia que essa era a essência da sua sobrevivência: o ataque satírico. Ora, o seu alvo predilecto não combate com lápis HB, borracha Rotring ou pencil tool. A sua ferramenta/linguagem, quando extremista, é um projéctil de aço com ø entre 6 e 12mm. Porque se revoltam, então, as carpideiras do "Je suis..."? Pensariam, porventura, que uma resposta contrária seria enviada em papel jornal? E, fará o Charlie Hebdo jornalismo?
Este ignóbil ataque terrorista, que condeno veemente, não começou nas páginas do Hebdo mas foi escrito sobre as mesmas. Da mesma forma, não me revejo na sátira gratuita a personagens, crenças ou valores, movidas por negócio situacionista ou aproveitamento ideológico.