29 de janeiro de 2015

República Portuguesa xulista


Os advogados de defesa do ex-primeiro ministro xulista, digo xuxialista, preso preventivamente, dizem que não vão permitir a apresentação por parte do juiz instrutor de uma "prova proibida"!! Se uma "prova" prova, como pode ser proibida ou proibitiva?

27 de janeiro de 2015

Até daqui a 5 meses

 

"Alexis Tsipras prepara-se para negociações duras com a UE". Assim escreve o público e assim pensa a "nossa" esquerda que se gosta de mirar radical. O primeiro-radical já disse que vai aumentar os impostos para os ricos!! A Grécia radicalizada tem dinheiro para perto de cinco meses findos os quais tem de pagar juros e pedir mais! Vamos ver o que os meninos vão fazer até lá. O mais fácil é dizer "não pago"! Então não? É a velha e fedorenta mentalidade d'esquerda: os outros que paguem a crise!

Trrim, trrim



Hoje, ainda ninguém foi ver o Sócrates?

15 de janeiro de 2015

Cada vez mais


Vivemos num "mundo" atarracado e menorizado pela "opinião" dos que se "fazem ouvir". Nunca, como hoje, os orgãos de comunicação foram tão dominados por uma opinião tão "consensual"; nem no tempo da II guerra mundial. Quem não está com o "pensamento" dominante não está e será engolido pela crítica. Folgo este diagnóstico, estou feliz por estar onde estou! Contra tudo o que é "oficialmente" correcto.

14 de janeiro de 2015

Olha o "tu n'est pas"


O humorista Francês Dieudonné disse uma graçola provocante tipo "eu sou charlie coulibaly" e foi preso. Ora, então até onde vai a "liberdade de expressão"? O que é isso de "incitar" ao terrorismo? Não foi isso que o Charlier fez? Não incitou ao terrorismo...?

11 de janeiro de 2015

Não sou Charlie


Quando uns cartoonistas, anos a fio, retratam ordináriamente os ícones da religião cristã e muçulmana são Livres, estão no domínio da "liberdade de expressão" e são Charlie! Quando se lançam "ofensas", caricatas ou verbais, sobre o judaísmo/judeus, os autores estão sobre o domínio do anti-semitismo, são fascistas ou nazis!!
Sou anti-terrorista. Não sou Charlie.

9 de janeiro de 2015

Cuidado com o "Je suis"...


Irra, não tarda começam por cá as manifestações a dizer "Je suis Sócrates"...


8 de janeiro de 2015

Ils sont


O fanzine Charlie Hebdo era cáustico, irónico, provocador e ofensivo. Mas a bem da "liberdade de imprensa" podia fazer tudo e dizer tudo. Se não o podia com fotografias (cuja objectividade podia ter outro efeito jurídico) fazia-o através da "ilustração" humorística, esse estilo tão desculpável. Contudo, existem diferenças entre gozar com a atitude de um político, qualquer, ou com um ícone religioso, aliás, com uma crença religiosa. O Hebdo sabia-o e também sabia que essa era a essência da sua sobrevivência: o ataque satírico. Ora, o seu alvo predilecto não combate com lápis HB, borracha Rotring ou pencil tool. A sua ferramenta/linguagem, quando extremista, é um projéctil de aço com ø entre 6 e 12mm. Porque se revoltam, então, as carpideiras do "Je suis..."? Pensariam, porventura, que uma resposta contrária seria enviada em papel jornal? E, fará o Charlie Hebdo jornalismo?
Este ignóbil ataque terrorista, que condeno veemente, não começou nas páginas do Hebdo mas foi escrito sobre as mesmas. Da mesma forma, não me revejo na sátira gratuita a personagens, crenças ou valores, movidas por negócio situacionista ou aproveitamento ideológico.