2 de março de 2015

A ser


A serem verdade as notícias da dívida do primeiro-ministro à segurança social, embora prescritas, sabendo este que devia ter atempado o pagamento das suas obrigações fiscais, estamos perante mais um episódio caricato onde nada se deve, tudo é desculpabilizado. Pior que a dívida do contribuinte-mor é o teatro encetado pelos ofendidos d'esquerda que aos berros e com palavrões elevam a atitude do contribuinte-mor como digna de pena pela guilhotina (essa ferramenta amiga do ideário ultra-reboliço-inário). A culpa não é de Passos Coelho, que me parece direito para umas coisas e manco para outras, a culpa é do hábito herdado; no fundo, a culpa é "nossa", digo, desta escola de "valores e ética" fedorenta e que se chama República Portuguesa.

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